Quão freqüentemente vemos chegar na Terra um livro que poderia mudar o curso da história humana? Como a Bíblia e o Alcorão fizeram, que nova revelação poderia mudar a maneira como enxergamos a nós mesmos, nosso mundo e nosso destino?

O que você tem em mãos é muito mais que um livro. A Vida no Universo é uma revelação. Através de 173 páginas e 4.749 linhas de texto, esta revelação detalha as interações de civilizações em nossa região do espaço, detalha o desafio de se encarar um universo que não é humano e detalha as dimensões espirituais de toda a vida inteligente que evoluiu desde o início do tempo.

Como poderia qualquer escritor, pensador, cientista ou filósofo afirmar ter qualquer conhecimento direto destas coisas? Deixando de lado a especulação, os instrumentos da ciência e as máquinas de escrever da ficção científica, o que nós realmente sabemos sobre a vida no universo?

Na verdade, muito pouco. Assim como homens tribais olhando para o horizonte escuro além de uma ilha isolada no oceano, não sabemos nada sobre a vida além de nossas costas. Nós olhamos para as estrelas, espiando a escuridão profunda do espaço, imaginando quem está lá. Nós simplesmente não sabemos. E como este livro irá revelar, o nosso desconhecimento é um dos grandes perigos de nosso tempo moderno.

Construímos estaleiros de rádiotelescópios, esperando ouvir mensagens do espaço. Aperfeiçoamos nossos instrumentos óticos, esperando descobrir mundos semelhantes a Terra. Mas e se nós formos aqueles a serem descobertos? E se o contato com vida extraterrestre já está acontecendo em nossas costas? E se o contato está acontecendo nos termos deles e não nos nossos? A história nos dá um terrível alerta. É uma posição desvantajosa ser a raça descoberta, é uma posição desvantajosa ser os nativos de um novo mundo.

Assim como alguns nos corredores dos governos e comércio estão bem cientes, nós fomos descobertos. O nosso encontro com vida extraterrestre já está bem adiantado. O contato já começou, mas é com uma intenção sombria e egoísta, ocorrendo sem o consentimento ou conhecimento da humanidade.

É por isto que você tem em mãos um livro chamado A Vida no Universo. Este livro é a resposta de Deus para a grande vulnerabilidade da civilização humana enquanto ela se encontra no limiar do espaço. Pode o lento avanço científico nos preparar para o nosso encontro atual com a vida no universo? Para isto, uma nova revelação é necessária.

A Vida no Universo é parte de uma vasta instrução e preparação para a humanidade chamada “A Nova Mensagem”. Com mais de 9.000 páginas de tamanho, a Nova Mensagem é uma resposta Divina para a gama de problemas globais enfrentando a humanidade: a destruição de nosso ambiente natural, o esgotamento da energia e dos recursos da Terra que sustentam a vida, cada vez maiores conflitos religiosos e políticos, e intervenção por certas raças em nossa região do espaço.

Se Deus fala ao mundo em tempos em que as necessidades da humanidade são mais urgentes, então este pode ser o momento da história mais apropriado para Deus falar novamente.

A Vida no Universo é a exata representação da um evento revelatório. As 173 páginas desta revelação foram recebidas ao longo de um período de três dias em 2008, por um homem chamado Marshall Vian Summers. Depois de deixar seu trabalho como professor para cegos, Marshall embarcou em um misterioso caminho de preparação que durou mais de um quarto de século. Marshall passou mais de 30 anos em isolamento relativo, se preparando para receber uma Nova Mensagem para a humanidade, da qual A Vida no Universo é uma parte.

O evento revelatório começou na manhã do dia 11 de maio. E terminou na tarde de 13 de maio. Onze horas de fala, separadas por duas noites, gravando em fita digital as palavras de uma revelação destinada para o mundo. Dentro de poucos dias, as gravações originais foram transcritas e então impressas em papel simples. Nestas meras 11 horas, sem revisão, edição ou autoria de uma palavra sequer, um livro chegou na Terra, com o poder de mudar o curso da conscientização e entendimento da humanidade.

O leitor deve estar preparado para a experiência de ler este livro. Sua mensagem é firmemente direta. Ela diz o que é, não o que poderia ser. E ela desafia as muitas suposições e fantasias sobre a vida no universo que são populares e que são o lugar comum na cultura humana. O que nós podemos querer deste livro, ou do universo como um todo, parece ter sido deixado de fora deste livro ou totalmente e completamente refutado.

Às vezes ao ler este livro, você pode se ver experimentando um tipo de “astro-depressão”. Como pode o universo ser assim tão mundano? Onde estão as raças iluminadas, as histórias de grandes impérios, heróis, energia livre e aventuras no espaço? Porque o universo não pode ser melhor do que a vida aqui na Terra?

É natural que queiramos estas coisas, até mesmo exigindo-as da última e remanescente fronteira de existência. Por toda a história humana, o universo permaneceu confortavelmente desconhecido, permitindo que nossas fantasias e mitologias crescessem sem o tempero da realidade. O universo se tornou a tela sobre a qual nós expressamos nossos desejos e nosso descontentamento com a vida aqui na Terra. Visto o nosso isolamento no universo, isto é compreensível.

Contudo agora é tempo de encarar o universo vivo. E fazer isto é um ato corajoso. Aqui precisamos estar dispostos a se arriscar além do conforto de nossas crenças e suposições e bravamente olhar para um universo do qual sabemos pouco a respeito. Este é o grande passo evolucionário diante de nós.

As palavras de A Vida no Universo são simples e sem adornos. Sua mensagem pode ser brusca e ao ponto. Isto é especialmente o caso na Parte 1: A Realidade. Pode ser que achar que algumas de suas frases sejam embaraçosas e nos perguntar por que Deus não fala de forma mais majestosa, mais perfeita, mais espiritual. E talvez revelações realmente se parecem com isto. Os textos da Bíblia e do Alcorão que nós associamos com revelação passaram através do tempo, traduções e governantes. Sabemos nós como uma revelação original realmente se parece no momento que é dada?

Além do mais, temos que ter em mente que A Vida no Universo não foi escrita para ser lida. Ela foi falada para ser ouvida. É um documento falado e não foi ajustado para os gostos literários de ninguém. É pura, não corrompida por nenhuma mão ou intelecto humano, depositada em papel exatamente como capturada pelo gravador no momento da revelação.

Embora A Vida no Universo possa desapontar algumas de nossas expectativas e estragar os planos das preferências e suposições da humanidade, apesar disso ela é uma linda revelação de escopo arrebatador. Ela abre uma visão vasta e panorâmica de vida, na escala mais grandiosa. É verdadeiramente um porta para a história viva de nosso universo.

Está na linhagem dos grandes Mensageiros que meu pai trouxe a nós algo nunca antes visto na Terra. No entanto não é somente uma necessidade social, moral ou metafísica, que impeliu Deus a falar novamente. A Vida no Universo veio atender a uma necessidade maior da humanidade: veio para restaurar o nosso mundo, para unir nossas tribos da Terra e para nos preparar para o nosso emergir no universo, a vasta arena de vida que abrange os outros 99,999… por cento da Criação.

É nesta nova fronteira de vida que nós devemos construir o nosso futuro. É aqui que o nosso sucesso e sobrevivência serão determinados. Esta é a maior das encruzilhadas que nós jamais enfrentamos. Mas não estamos preparados.

A instrução e preparação foram dadas. A porta para a vida no universo se encontra diante de nós. Não mais precisamos olhar através do buraco da fechadura, imaginando o que existe além. Em nossas mãos agora temos a própria chave: um simples livro, cuja autoria não é de nenhum humano na Terra, com o poder de preparar a humanidade para o nosso futuro e destino no universo.

Junte-se a mim em usar esta chave para abrir a porta de um novo capítulo na experiência humana. Passemos por ela juntos, deixando as nossas suposições e expectativas na porta, para nos preparar para a vida dentre a Comunidade Maior de mundos.

Reed Summers

Boulder, Colorado, EUA, 2012.